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Primeiros passos com Ipad 2 para quadrinhos e outras coisitas…

…E calhou de eu estar escrevendo este breve texto sobre o iPad 2 quando soube da morte do Steve Jobs. Se isso foi um sinal a respeito do artigo ou não eu não sei, mas é fato que estava devendo minhas primeiras impressões (ainda que tardias) sobre o aparelho. Então vamos lá?

Quando postei sobre Como conseguir um Ipad 2 (ou seja lá qual for seu tablet favorito)  eu vislumbrava a esta altura já ter uma ideia bem formada sobre ele, testado tudo quanto é coisa… Só que o tempo escasso, munido à capacidade que o Ipad tem de te fazer dispersar… Ei! Este parece ser o principal desafio: não dispersar quando se tem um destes na mão (e olha que o meu nem tem 3G, mas só o wi-fi já faz um belo estrago 🙂 ).

Para ler quadrinhos, eu usei pouco o iBooks , que veio com o aparelho e lê PDF. Tenho usado mais o ComicBookLover (lê PDF e cbr)  e o Bluefire Reader (que lê PDF e epub).

Aliás, é neste último aplicativo que está a versão digital do livro que adquiri Hector & Afonso – Os Passarinhos, do Estevão Ribeiro, diretamente da seção Gato Sabido do Submarino – baixei por indicação da loja. Houve um problema no primeiro arquivo que recebi, com baixíssima resolução, a loja demorou uns dias pra resolver, mas resolveu sem grandes problemas. Me incomoda que não possa ampliar a tela. Mas como eu já cogitava comprar o livro, torná-lo minha primeira compra pra leitura no iPad foi bacana, ainda mais pelo fato do mundo digital ser bem familiar à tira. Mas vale dizer que fiz a compra via desktop e depois transferi – até agora não curti muito comprar direto do iPad, demora muito. No computador baixa mais rápido pelo iTunes, não sei tenho certeza do por quê, mas testei em dois lugares diferentes, parece ter mais a ver com o iPad que com a conexão wi-fi

Outra coisa que comprei foi umas edições da revista Mundo dos Super-Heróis. Primeiro baixando o aplicativo e depois comprando as edições por meio dele.  É uma ótima pedida pra publicações como esta, assim se mantém um arquivo sem ocupar espaço e o valor é inferior ao da edição na banca!

No caso dos aplicativos da Marvel e DC eu mexi pouco. Acho que a movimentação quadro a quadro possibilitada pelo iPad não é muito boa não, tira um pouco o caráter contemplativo de uma página de HQ. Talvez funcione melhor para HQs especialmente criadas ao aparelho, coisa que ainda não mexi.

Calhou de saber sobre a Mobi Comics. Ainda não comprei nenhuma HQ, só baixei amostras grátis. O acervo tá crescendo e é bem legal. Uma ótima iniciativa, quem sabe um bom caminho a ser seguido para interessados em ganhar dinheiro com quadrinhos.

E tá certo que meu objetivo inicial com o iPad sempre foi a leitura, mas eu pensava basicamente em arquivos, livros e quadrinhos tipo ebook. Só ele é bastante interessante e funcional também para leitura de internet, blogs em especial, no melhor estilo “livro à cabeceira da cama” (a conexão wi-fi faz seu papel neste momento).

E as características multimídia dele o tornam um atrativo para outras situações, como a cobertura que fiz na cerimonia de entrega do HQ Mix deste ano, os posts: HQ Mix 2011: o que rolou na rede; Fotos HQ Mix 2011; Vídeos HQ Mix 2011 – Abertura + Bá e Moon e Vídeo HQ Mix 2011: Fernando Gonsales homenageia Glauco (fez falta uma conexão wi-fi para poder transmitir ao vivo, mas já deu pra produzir material pra postar depois). Mesmo este texto, fiz metade no Word, metade no aplicativo de Notas nativo do iPad.

Mas o grande papa-tempo do iPad são mesmo os jogos. Curto jogos simplesinhos e viciantes, tanto que instalei Angry Birds  e Fruit Ninja, ambos muito legais, mas com versão grátis bastante limitada. Só que o meu eleito é mais um daquela serie tipo Tetris e Columns: o grande vencedor e o Jewel Fever, que tem versão grátis e é altamente viciante.

Bom, como disse, são apenas as minhas primeiras impressões, conforme for me aprofundando na utilização vou colocando novidades no blog.

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