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Caminhos da HQ: depoimentos inéditos de quadrinistas brasileiros em vídeo

Por ocasião do Dia do Quadrinho Nacional (celebrado em 30 de janeiro) lançamos no site do Itaú Cultural novos vídeos da série Caminhos da HQ. São entrevistas inéditas com dez quadrinistas, que se unem aos dois lançados durante os eventos de HQ do ano passado (sobre Mulheres e HQs e a Produção Independente).

Nesta playlist, os 12 vídeos da série, com depoimentos de Alexandre de Maio (especializado em jornalismo em quadrinhos), Ana Recalde (roteirista de Beladona), Carol Rossetti (autora da série Mulheres), Cris Eiko (coautora da Graphic MSP Penadinho – Vida), Daniel Esteves (roteirista de Por Mais um Dia com Zapata), Fábio Coala (Mentirinhas), Germana Viana (As Empoderadas), Klebs Junior (Pátria Armada), Marcatti (Frauzio) e Marcelo D’Salete (Cumbe).

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Conversa sobre Quadrinhos na Rádio Nacional da Amazônia, com Ricardo Tayra

RadioNacionalDaAmazoniaCelebrando o Dia do Quadrinho Nacional, recebi um convite de entrevista para o programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional da Amazônia.

Na conversa com a apresentadora Juliana Maya, pude contar um pouco de como anda a produção e o mercado de quadrinhos no país, dar algumas dicas, falar de adaptações literárias e fazer uma pequena provocação aos produtores nacionais de HQ.

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Entrevistas com quadrinistas brasileiros no Jogo de Ideias: vídeos no ar!


Tive o prazer de produzir diversas atividades relacionadas a histórias quadrinhos no Itaú Cultural no primeiro semestre deste ano. Muito por conta do evento Ocupação Angeli.

Destaco agora a gravações de cinco entrevistas com quadrinistas brasileiros para o programa Jogo de Ideias: a Série HQ, com Laerte, Luiz Gê, André Dahmer e os irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, mais um especial com Angeli na Virada Cultural. Todas atividades abertas ao público, com entrada gratuita, como já havia divulgado no blog.

Além do meu trabalho usual nos bastidores, fui convidado ao palco para colaborar com o jornalista e apresentador Claudiney Ferreira nas gravações com Dahmer, Bá e Moon (valeu!). 


Os programas acabam de ser disponibilizados no canal do instituto no Youtube. Confira clicando nos nomes ou nas fotos dos entrevistados (links dispostos na ordem em que foram gravados):


 Luiz Gê
Luiz Gê, clicado por Ivson Miranda


Laerte 
Laerte, clicado por Ivson Miranda


André Dahmer
André Dahmer, clicado por Chris Rufatto


Fábio Moon e Gabriel Bá 
Moon e Bá, clicados por Chris Rufatto



Angeli
Angeli, clicado por Rubens Chiri
Leia mais sobre a gravação da Série HQ e sobre Angeli na Virada Cultural.

E deixe seu comentário sobre os programas!


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Entrevista com o quadrinista Luiz Gê no Jogo de Ideias (vídeos)

O jornalista Claudiney Ferreira entrevista o multitalentoso Luiz Gê, abrindo uma série especial com quadrinistas para o programa Jogo de Ideias, gravada na sede do Itaú Cultural, em São Paulo. 

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Entrevista: Laerte fala de sua carreira e obra para o Jogo de Ideias (vídeos)

O segundo entrevistado do jornalista Claudiney Ferreira para a série especial sobre quadrinistas do Jogo de Ideias é Laerte Coutinho, ou simplesmente Laerte, como é mais conhecido. Cartum, charge, quadrinhos, ilustração, edição, roteiros e história da imprensa estão na conversa.

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Jogo de Ideias recebe o quadrinista André Dahmer (vídeo)

Na terceira entrevista da Série HQ, o Jogo de Ideias recebe o quadrinista carioca André Dahmer. O jornalista Claudiney Ferreira conduz a conversa e convidou a mim, Ricardo Tayra, produtor do programa e editor deste blog, para auxiliá-lo na tarefa. Topei na hora, claro!

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Os gêmeos quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá em entrevista em vídeo (Jogo de Ideias)

Completando a Série HQ, o Jogo de Ideias recebe os quadrinistas gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá. Como já havia acontecido na gravação com André Dahmer, fui convidado pelo jornalista Claudiney Ferreira a colaborar com ele também na entrevista, além da produção do programa (parte do meu trabalho no Itaú Cultural).

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Os gêmeos quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá em entrevista em vídeo (Jogo de Ideias)


Completando a Série HQ, o Jogo de Ideias recebe os quadrinistas gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá. Como já havia acontecido na gravação com André Dahmer, fui convidado pelo jornalista Claudiney Ferreira a colaborar com ele também na entrevista, além da produção do programa (parte do meu trabalho no Itaú Cultural).

A carreira nacional e internacional dos irmãos paulistanos está em franca ascensão, em especial por sua produção para o mercado norte-americano: foram os primeiros brasileiros (ao lado de Grampá) a ganhar o prêmio Eisner Awards, apelidado de “Oscar dos quadrinhos”, pela coletânea 5. Repetiram o feito com a série Daytripper, entre outros prêmios. Em sua trajetória estão o fanzine 10 Pãezinhos, revistas independentes e seis livros nacionais (como Mesa Para Dois; e uma adaptação em HQ de O Alienista), histórias recheadas por dramas cotidianos e realismo fantástico.

Fábio Moon e Gabriel Bá – Programa 1

Fábio Moon e Gabriel Bá – Programa 2


Confira nos vídeos logo acima.


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Entrevista com o roteirista Daniel Esteves

Esbarro com o Daniel por aí desde a época em que freqüentava a Impacto Quadrinhos (seus roteiros estavam entre os exemplos nas aulas do Klebs Junior). Sua fala e suas histórias carregam duas coisas que sempre acho bacana: drama e humor. E equilibrar os dois não é fácil.

Conheça um pouco deste figura e da Nanquim Descartável.


Daniel ministrando workshop na Devir (1)
Daniel Esteves é graduado em História pela USP e formado num curso técnico de Desenho de Comunicação. Mas é mais conhecido por ser roteirista e quadrinista independente. É diretor e professor dos cursos de Roteiro, História em Quadrinhos e Manga da escola HQEMFOCO, sua principal fonte de renda atualmente.

Participa de publicações como Front (Via Lettera, como autor e membro do conselho editorial), as independentes Quadreca, Garagem Hermética e Quadrinhópole, publica tiras no jornal Correio Paulistano e edita e roteiriza a revista Nanquim Descartável. Ganhador do prêmio HQ Mix de Roteirista Revelação em 2007, além de ter sido indicado a Melhor Roteirista Nacional este ano.

Ricardo S. Tayra – O mercado de quadrinhos é pequeno por aqui. E você ainda optou por uma especialização, o roteiro de HQs. Por quê? Se a sua praia é texto, por que não seguir o caminho da literatura, por exemplo?

Daniel Esteves – Sempre fui apaixonado por histórias em quadrinhos e, com o tempo, fui percebendo que minha praia era criar roteiros. Na verdade, muito antes disso eu já ficava imaginando minhas histórias em diversas ocasiões, ainda sem escrevê-las. Somente quando encontrei parceiros pra fazer histórias conjuntas (ao fazer colegial técnico em desenho de comunicação) é que comecei de fato a escrever.

Não anulo a possibilidade de trabalhar com outros meios de contar histórias pois, na verdade, antes de roteirista de quadrinhos sou um contador de histórias. Aliás, me interesso um bocado por outras áreas, só falta tempo pra aprimorar a forma e a linguagem pra cada meio e realmente produzir.

RST – Como é sua produção? Você é do tipo que escreve o tempo todo, mesmo que não tenha a produção em vista, ou só cria visando publicação?

DE – Sou sinceramente preguiçoso, indisciplinado e mais uma série de más qualidades que podem ser aplicadas a um criador de histórias. Tenho dois tipos de produção: a primeira quando vejo um fim, algo para fazer com a história (é uma forma prática de trabalhar, senão perco o foco); a segunda, em momentos de inspiração (quando as histórias fluem mais facilmente). Até brinco que existem histórias que vou atrás e histórias que vêm atrás de mim. Tanto uma quanto a outra são bem ruins, vivo perdendo oportunidades por não ter materiais que se encaixem em determinadas publicações. Já fui mais disciplinado e vivo em conflito comigo mesmo pra adotar uma rotina mais produtiva. Ah, se você disser que eu falei tudo isso eu nego!

RST – Sobre a Nanquim Descartável: como surgiu a idéia da série?

DE – Surgiu após uma noitada com amigos regada a muita pizza e cerveja. Depois de uma indigestão e ressaca do cão num domingo tedioso, resolvi fazer tirinhas de humor. Tiras de um cachorro, que morava na casa de duas garotas meio amalucadas. Ele era o personagem principal, mas, com o passar das tiras, as garotas foram ficando cada vez mais interessantes. Acabei parando as tiras. Alguns meses depois, olhando alguns arquivos, encontrei as personagens e resolvi dar um novo rumo pra elas.

RST – Quanto é diretamente inspirada na vida real (sua ou de conhecidos)?

DE – Todos os personagens que crio têm algo meu. Nessa série, eu tinha uma roteirista em meio às personagens. Portanto, ela foi se tornando cada vez mais parecida comigo, em gostos, visão de mundo e outros elementos. Além dela, todos os outros personagens carregam alguma coisa minha. O Tuba também é inspirado num amigo meu. As próprias tramas têm a ver com coisas da minha vida. Nada é gratuito ali dentro. Tem muito do que penso, do que faço, do que sinto.


RST – Quais suas intenções com a revista e a série? Dá pra fazer mais de uma por ano? Dá pra tocar histórias em paralelo?

DE – A primeira intenção é desenvolver as personagens até pontos em que a revista avance e melhore. Queria continuar por um longo tempo, mesmo que deixem de ser a produção principal: queria vê-las envelhecendo e envelhecer junto com elas. Talvez venha em breve a produção de um álbum, mas não quero abandonar a revista, que me dá um prazer imenso de fazer e que ainda atingiu pouquíssimo do que eu imagino.

Penso numa revista derivada também, mas ainda é uma idéia vaga que não tive tempo de desenvolver. Além disso, existe o blog das personagens, que ainda não começou a ser utilizado. A idéia é que seja um adendo à série, com material extra, bastidores de produção, textos a respeito das personagens, histórias inéditas, tirinhas e desenhos de parceiros e amigos do universo dos quadrinhos. É minha prioridade no momento.

Gostaria de fazer pelo menos mais uma edição esse ano. O maior problema é que as questões editorias e de divulgação tomam mais tempo do que eu gostaria e não adianta produzir sem ter um público formado.

Falando em público, uma das minhas metas é exatamente furar a bolha de consumidores habituais de quadrinhos e chegar nas pessoas pra quem realmente imagino estar escrevendo. Em suma, seria o público feminino, mas isso seria uma generalização exagerada. A idéia é atingir um público adolescente, universitário e adulto, que esteja acostumado a consumir filmes, séries de TV, peças de teatro, etc, com essa temática de comédia romântica.

Quanto a tocar outras coisas em paralelo, dá pra ir se virando. Além da minha participação efetiva no coletivo Quarto Mundo, tem minha participação na Front, em outras publicações independentes e também em outros materiais que estou bolando.

RST – O que você pensa a respeito de trabalhar com personagens fixos?

DE – Com certeza é diferente. Às vezes prefiro os personagens fixos, às vezes histórias fechadas. Em histórias fechadas tenho maior liberdade, por trabalhar inicialmente com uma idéia, um tema, daí produzir uma trama e criar personagens que possam transmiti-la ao leitor. Ou seja, se eu quiser falar sobre SONHO, parto do tema e daí eu vou lapidando personagens e trama. Outras vezes, posso até partir de uma trama básica também, depois adequá-la a algum assunto e criar os personagens que vão vivê-la. Ao trabalhar com uma série, nós já partimos da EXISTÊNCIA das personagens. Então, a busca é, ou por um assunto, ou por uma trama. Esses aspectos não pré-existem, o que está ali em evidência são as personagens. Isso torna o processo mais difícil, pois ao invés da história vir atrás de mim, EU que tenho de ir atrás da história. Porém, historicamente os quadrinhos trabalham muito em função de séries, então isso acaba se tornando uma necessidade pra pessoas lembrarem do seu trabalho. Já criei outras séries, mas, no momento, a única que me dá uma satisfação imensa de fazer é a Nanquim Descartável.

RST – Que diferenças você percebeu no processo de produção do primeiro para o segundo número da Nanquim?

DE – Editorialmente falando, a primeira edição nasceu com recortes. Ela seria uma coisa, depois passou a ser outra e por fim chegou numa terceira face. Lógico que, a certa altura do processo, eu já sabia o que queria e montei a revista em função disso, mas até chegar nesse ponto passaram-se meses. Na criação do roteiro, a primeira teve um trabalho maior, por ser a criação das personagens da ambientação e outros elementos que foram criados pra série toda. Foram duas fases. A primeira foi a criação toda do argumento, que resultou na primeira história daquela edição. Passado um bom tempo, resolvi montar a revista nos moldes que saiu: foi o momento de criar a segunda história (acho que deve ter um ano e meio de diferença entre uma e outra).

Uma vez que o segundo número é algo já sobre uma estrutura montada, acredito que editorialmente foi tanto mais fácil, quanto melhor fazer o segundo número, pois a série já tinha uma cara. Resolvi alguns problemas que me incomodavam do primeiro número, apesar de achar que ainda existem muitos outros por resolver. Se mantiver a publicação, talvez lá pro décimo número consiga alcançar o que eu espero com ela.

Com relação ao roteiro, a segunda edição me causou alguns problemas, pois tinha muitas dúvidas sobre QUAL história contar. Comecei várias tramas, mas as deixava pela metade. Juntei algumas tramas inicialmente pensadas, costurei novos fatos pra encadeá-las e me senti muito contente com o resultado final. No final das contas, achei a segunda edição melhor em todos os quesitos, no campo editorial, no roteiro e nos desenhos. Espero que o leitor perceba essa evolução e que ela continue para os próximos números.
RST – A revista dá lucro, prejuízo, ou o foco da avaliação deve ser outro?

DE – Prejuízo não dá. Os lucros, acredito que devem realmente ser avaliados de outra forma. Esse tipo de publicação é um investimento a longo prazo, não podemos exigir um lucro imediato. Porém, ele aparecer de outras formas, tanto como ferramenta de marketing da, como também abrindo novas possibilidades de trabalho, como projetos recentes que têm aparecido. Lógico que é satisfação pessoal também, mas como respondi outro dia num debate, se fizesse apenas por paixão eu daria minhas revistas, não venderia. Quadrinhos é negócio e, como tal, deve ser pensado desde o início: pra que público se produz, como divulgá-lo, etc. Se fizesse apenas por satisfação pessoal eu deixaria essas questões de lado.
Com Serginho Groisman, recebendo HQ Mix de Roteirista Revelação (3)

Para saber mais:

Crédito das fotos:
(1) Ricardo S. Tayra
(2) Divulgação
(3) Divulgação/ Gil Tokio

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Entrevista com a ilustradora Samanta Flôor

Foi por causa da ilustração de capa dela que me interessei pela revista independente Café Espacial n° 2. Na publicação, conheci uma HQ dela, A Desmemoriada, bem como seu site www.cornflake.com.br . Visitei, conferi as ilustrações, os quadrinhos e gostei muito do estilo de arte limpa, os bonecos expressivos e engraçadinhos, típicos de material infanto-juvenil, mas utilizados num contexto dramático. Tinha que saber mais sobre a autora, Samanta Flôor.



Pesquisando na rede, soube que ela era uma das indicadas na categoria Web Quadrinhos do troféu HQ Mix deste ano. Já tinha mais um motivo para estrear a seção de entrevistas do SaposVoadores.net . Mesmo alegando que sua produção de quadrinhos é muito modesta, Samanta topou ser entrevistada por e-mail. Trocamos algumas mensagens e o resultado está aí. Conheça um pouco do mundo desta ilustradora gaúcha.




Samanta Flôor é uma ilustradora de 28 anos, que nasceu e mora em Porto Alegre (tendo passado também por Pelotas, ambas no Rio Grande do Sul). Flôor é seu sobrenome do meio.



Formada em Arquitetura, tomou gosto por ilustração e fez pós-graduação em Expressão Gráfica pela PUC-RS. Sua inspiração vem dos livros que lê, das pessoas com quem convive, do café da sua avó e de músicas. Seus trabalhos, que misturam o cotidiano e a fantasia, incluem coleções de estampas para vestuário, mochilas e livros, ilustrações e quadrinhos, como os que desenvolve para a revista Atrevidinha (faz a arte da série O Mundo de Bia) e na Internet (Toscomics)

Ricardo S. Tayra – Samanta, pode contar um pouco de sua relação com quadrinhos?



Samanta Flôor – Minha relação com os quadrinhos começou muito cedo. Como toda criança, eu gostava de gibis. Só que eu nunca mais parei! Hoje em dia, eu leio muita coisa na Internet, mas também gosto de ter os álbuns, de colecionar.



RST – Você vive atualmente da renda como ilustradora, ou é uma atividade paralela? 

SF – Eu vivo como ilustradora. Trabalhei algum tempo em um estúdio de ilustração, que me deu uma boa experiência. Estou trabalhando como freelancer desde abril.



RST – Tem preferência entre ilustrar e quadrinizar?
SF – Não existe uma preferência, depende do projeto.



RST – Sua produção de HQs começou já na Internet? Por que resolveu fazer quadrinhos?


SF – Sim. Na verdade, eu fazia “quadrinhos” quando era criança. Eu gostava de contar histórias. Quando descobri que podia contar histórias através de desenhos, decidi que queria ser cartunista. Aí cresci, adquiri um senso mais crítico e decidi que não sabia contar histórias ou escrever e que devia ficar apenas com o que sabia fazer melhor: desenhar. Algum tempo atrás, resolvi resgatar essa vontade de fazer quadrinhos e não parei mais. O que não significa que agora eu ache que saiba fazer, também. Só que não tenho mais vergonha de errar, ou fazer feio. Faço pra me divertir.

RST – Que quadrinhos e/ou artistas te atraem mais, como leitora ou admiradora de arte em geral? Quais te influenciam em seu trabalho?



SF – Atualmente eu tenho lido muita coisa na Internet. Como Laura Parker, Liniers, Lucy Knisley , etc. Eu gosto demais do Chris Ware e do Daniel Clowes. Mas meu roteirista de HQ preferido sempre vai ser o Neil Gaiman. Talvez porque Sandman tenha sido meu primeiro quadrinho adulto.



RST – Você fala que sua produção de quadrinhos ainda é pequena. Mas esteve na disputa dos webquadrinhos do HQ Mix deste ano. Como você viu esta indicação, o que significou pra você e seu trabalho?



SF – A indicação ao HQ Mix foi uma grande e feliz surpresa. Nunca me considerei cartunista, sempre me achei uma ilustradora que gostava de contar umas histórias de vez em quando. A indicação não me transformou numa cartunista, mas me mostrou que talvez eu esteja no caminho certo.

Tá curioso? Quer saber mais sobre o trabalho da Samanta? Então acesse:

Créditos das imagens:Capa Café Espacial 2 – reprodução de capa com arte de Samanta Flôor
Ilustrações: Samanta FlôorFotos: Arquivo pessoal de Samanta Flôor

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Este texto participa da iniciativa 3° Blogueiro Repórter.